Por onde andam
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Márcio Cegonha
                                   Era ainda uma adolescente quando começou a tocar guitarra na Lucas. Cresceu como músico e instrumentista. Depois do fim do grupo fundou uma escola de música junto com o radialista Paulo Inchauspe. Formado em Filosofia, ainda mora em Porto Alegre. Atualmente é guitarrista do grupo Nota preta, que toca MPB.”.



Carlinhos
                                     Depois da Lucas, tocou contrabaixo na banda de covers Raroefeito, de Porto Alegre, por três anos, enquanto trabalhava como jornalista. Em 1995 mudou-se para Brasília. Na capital federal tocou na banda de rock Lilyjack e no grupo de música francesa Le Roops. Esporadicamente faz apresentações com grupos montados para acompanhar algum cantor ou cantora. Hoje, vê a Lucas como “um sonho de criança hippie”. ”. 



Luka
                                          Cantor e compositor, autor de boa parte das letras do grupo, mudou radicalmente de vida há dez anos. Abandonou a música e as noitadas em bares. Dedica-se agora a cuidar da família, de uma farmácia no subúrbio de Porto Alegre e a freqüentar cultos da Igreja Evangélica. Evita falar no passado de “front man” de grupo de rock. Recusa-se a se deixar fotografar e a encontrar os ex-companheiros. 



Aquiles
                                       Conhecido à época como “Animal”, pela força e velocidade que imprimia ao tocar seu instrumento, é hoje um dos maiores bateristas do planeta. Tocou em várias bandas no Sul depois da Lucas. Na década de 1990 mudou-se para São Paulo. Depois de segurar as baquetas da banda de metal melódico Angra por oito anos, hoje lidera o grupo Hangar. Foi eleito pela crítica especializada como o mais veloz baterista no uso dos pés. De vez em quando abre o baú “para lembrar da rapaziada” ”.

http://www.aquilespriester.com

 

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