Kombi de malucos
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      Amigos, vizinhos e conhecidos que apareciam nos ensaios acabaram virando um grupo de pessoas que durante o ano mais atuante da Lucas Scariotys, 1990, participou de muitos shows, aventuras e viagens. Aonde a banda ia, pelo menos 15 pessoas, de uma população flutuante de cerca de 30, iam junto. Outros músicos também foram se agregando. Entre os muitos integrantes desse “bando de malucos”, como definiu a mãe de um deles, alguns são dignos de referência por serem figuras, digamos, “pitorescas”:

    Apolo: Tinha cabelos desbotados e mente brilhante. Fazia “leituras críticas” do trabalho da banda por meio de frases taxativas e curtas do tipo “a Lucas é legal!”. Tentava se aproveitar da amizade com o grupo para traçar meninas pouco precavidas que se aproximavam da banda.

    Bexiga: Irmão de Luka, era um adolescente em 1990. A princípio metido a engraçadinho, acabou assimilando a verve roqueira da Lucas. Virou adulto e adotou o nome de Luciano. É compositor e cantor do grupo Cupê Mal Assombrado.

    Isa: Também conhecida como Isabelha ou “Kim Bessinger de Léo”, costumava usar a Kombi da padaria de seu pai para transportar os instrumentos da banda. Além de boa motorista, era uma louraça potente.

    Badéia: Intelectual, f oi autora da carta do fã-clube. Uma das primeiras pessoas a ouvir no rádio que a Lucas ia tocar em algum lugar. Como não pegou toda a informação, perdeu o show.

    Nelsinho: Invariavelmente embriagado, no primeiro show do grupo cunhou o grito de guerra dos fãs: “Ouça a Lucas ou morra”. Na década de 90, deixou de ser cabeludo e passou a ser careca por imposição da natureza.

    Marga: Era um pouco envergonhada e por isso usava cabelos vermelhos. Sua música preferida era “sexomaníaco”.

    As Vamps: As irmãs Rose e Rozélia queriam montar um grupo de rock só de garotas. Aproximaram-se da banda para aprender a tocar. Não conseguiram, mas ficaram por ali mesmo.

    Soraya: Andava sempre com as Vamps e, por extensão, com a Lucas. Virou uma reconhecida boa cabeleireira. Roqueiros são bem recebidos em sua cadeira elétrica.

    Satangos: Era um protótipo de guitarrista de 15 anos. Tinha uma Fender e fazia “iiiiinnhóóó”. Participou de alguns shows com o grupo. Mudou de nome e hoje toca guitarra na Ultramen, banda de Porto Alegre.

    John: Embora irmão do “Animal”, era um sujeito muito pacato. Seu corte de cabelo era o mais certinho de todos.

    Serginho Monobloco: Era uma espécie de “roadie”. Nas apresentações gostava de ficar de pé ao lado da bateria, pra mostrar o físico malhado.

    Marcinha: Ficou sabendo da existência da banda em São Paulo. Foi correndo para o Sul a tempo de acompanhar uma excursão a Santa Catarina. Nunca mais foi vista.

    Ângelo: Tinha uma dívida de gratidão com o grupo por ter sido resgatado quase congelado às margens do Cânion do Itaimbézinho numa noite de inverno. É ator em Porto Alegre.

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